
Mas, apesar da grande quantidade de pessoas morrendo de fome no Rio, no Brasil e no mundo, prefiro falar de outro tipo de pobreza, a de espírito.
Não consigo entender gente assim. Sério. Tento. Me esforço, mas não rola. E como a fase tá negra, quanto mais fujo, mais assombração aparece. O que tem de pobres de espírito, de humor, de boa vontade ao meu lado. Só me resta rezar pra uruca ir pra bem longe de mim.
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